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Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise

Publicado em 10/09/2003 08:50

Em tempos de crise, a contabilidade pode se tornar uma arma estratégica e dar à empresa um diferencial competitivo. Fazendo análises e cálculos corretos é possível detectar espaço para redução de custos e adequação de seus preços ao mercado.

Muitas micros e pequenas empresas já descobriram as vantagens da contabilidade estratégica. Isso porque, em períodos recessivos, o preço é quase o único determinante da compra para o consumidor.

De acordo com o administrador e conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade (CRC–SP), Raul Corrêa, da RCS Consultores, na crise o consumidor “dispensa o chantilly, mas não o bolo”. Por isso, a saída é reduzir custos sem perder qualidade: “Vale, por exemplo, trocar a matéria-prima por outra mais simples”.

Para ele, empresas devem apostar também no atendimento para ganhar o consumidor. “Ter qualidade não é mais argumento, é pré-requisito”, ressalta.

Formação de preços

A técnica mais comum de formação de preços é aquela em que se coloca a margem de lucro sobre o custo: paguei R$ 10 na mercadoria, quero 15% de lucro, então vou vender por R$ 11,50.

No entanto, esse tipo de cálculo não é o mais eficiente, pois hoje quem define é o mercado. “O preço de venda deve levar em conta quanto o consumidor está disposto a pagar”, explica.

Segundo ele, os erros mais comuns dos micros e pequenos empresários na hora de calcular o preço de venda é, em primeiro lugar, valorizar demais a opinião do vendedor. “Eles sempre acham que está caro. O empresário tem que ter ciência de que, se o preço foi bem calculado, é justo”, diz o contador.

Ele alerta que não vale a pena reduzir aleatoriamente o preço, pois a empresa pode ficar sem lucro e não cobrirá o custo fixo.

O segundo erro mais comum é não ter visão interna: “Tem de olhar para o custo fixo”, diz.

Como calcular

“Fazer preço é planejar a empresa”, sintetiza Luís Alberto Lobrigatti, consultor financeiro do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae–SP).

Segundo ele, o preço é composto essencialmente por cinco itens. O primeiro é o custo variável, relativo à aquisição de mercadorias, insumos, matéria-prima e serviços. Ele varia de acordo com a produção.

O segundo item são as despesas fixas, como aluguel, propaganda, telefone, contador, pro labore, manutenções, depreciações, encargos trabalhistas, etc.

Há ainda as despesas variáveis — como os impostos sobre vendas, comissões em geral e a taxa de administração do cartão de crédito e tíquete —, as despesas financeiras, relativas às vendas a prazo e, enfim, a expectativa de lucro líquido, que dependerá da concorrência, da competitividade e das estratégias promocionais.

Lobrigatti diz que é mais fácil calcular o preço de venda com os valores anuais fechados.

Para fazer o cálculo de um preço no comércio, por exemplo, ele adota como custo variável o valor de R$ 10. A despesa variável nesse setor corresponde a 8% do preço de venda e as despesas fixas são de, em média, 20% do faturamento.

Também devem ser consideradas as despesas financeiras — que correspondem a cerca de 3% sobre valor da venda — e a previsão de lucro líquido, estimada em 12% sobre a venda.

Para calcular o preço de venda é preciso somar os percentuais, o que resulta em um índice de 43%. Para achar o mark-up, que é o fator de formação do preço, é preciso subtrair 43% de 100%, o que dá 57%.

Para calcular o preço é preciso dividir o custo variável pelo mark-up. Assim, um custo estimado em R$ 10 dá um preço final de R$ 17,54. “Esse deveria ser o preço de venda, mas ele deve ser adequado ao mercado”.

Segundo Lobrigatti, se o mercado estiver vendendo abaixo do preço calculado, a empresa terá de calcular que margem teria com o preço do mercado e qual a produção e o faturamento adequado, para achar o ponto de equilíbrio, que é faturamento mínimo para cobrir as despesas.

“O preço de venda é relacionado diretamente com o nicho de mercado atendido e depende do momento da compra”, diz o consultor.

Corrêa conclui: “Hoje não há mais atividades de alta lucratividade, isso é ficção. O que há é gerenciamento na ponta do lápis e a presença do dono”.

Fonte: FENACON
   
 
 
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